domingo, 2 de julho de 2017

Saiba como está o cenário político atual: Paraná Pesquisas: 80% defendem prisão de Temer; 62% querem Lula detido


A vontade de ver o presidente Michel Temer preso é maior do que a de acontecer o mesmo com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva: segundo levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas, 62% anseiam pela prisão de Lula, enquanto 80% defendem o mesmo para Temer. Segundo informações da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, foram entrevistados 2.192 pessoas entre a terça (27) e a última quinta-feira (29).

Fica a pergunta


Se nem um manifesto conjunto de Lula, Dilma, Temer e Aécio contra a Lava Jato servir para levar cidadãos às ruas, o que mais levará?


Política no Brasil - Um resumo do cenário político com foco em Michel Temer


Mortadelão pode valer 30 votos pró-Temer 



 Elio Gaspari também trata, no Globo, da temporada de barganha no Congresso: "Poucas vezes um troca-troca da política esteve tão claro, envolvendo uma mercadoria perfeitamente quantificável. A ideia é tomar um dia de trabalho dos brasileiros para custear votos de deputados capazes de segurar Michel Temer no Planalto. Pelo projeto de reforma trabalhista, vai ao lixo o velho imposto sindical, instituído em 1937. (...) Se o cidadão quiser contribuir para o sindicato passará a fazê-lo por livre vontade. Graças a esse imposto há em Pindorama 11 mil sindicatos de empregados e patrões, todos aninhados junto às arcas da Viúva, de onde saem R$ 3,5 bilhões anuais. Precisando de votos para se safar da deposição, o governo de Michel Temer namora a ideia de anestesiar o fim desse imposto, baixando uma Medida Provisória que adie sua extinção. Negocia escondido com as centrais sindicais. Seriam uns 30 votos."  


O cursinho do "Estado de exceção" 

 Na linha de frente da formulação do manifesto sobre a atuação do Ministério Público, estão: – Alberto Toron, advogado de Aécio Neves e Dilma Rousseff; – Cristiano Zanin, defensor de Lula; – e Antonio Mariz de Oliveira, de Temer. Os quatro políticos estão na Lava Jato e foram implicados na delação da JBS, estopim para a articulação do manifesto. Outros criminalistas fazem parte do grupo que prepara o texto, segundo o Painel da Folha. Eles discutem até criar um curso para debater o que seria “Estado de exceção”. Havendo aspas, a resposta é simples: o Estado em que Lula, Dilma, Temer, Aécio e outros poderosos são investigados.  

Lula, Dilma, Temer e Aécio juntos contra a Lava Jato


Os advogados de Lula, Dilma Rousseff, Michel Temer e Aécio Neves articulam o lançamento de um manifesto para questionar a atuação da Justiça e do Ministério Público, segundo o Painel da Folha.
"Os debates se desenrolam em um grupo de WhatsApp intitulado 'Prerrogativas' — e a OAB é alvo frequente de críticas. Nas discussões, tratam da confecção de texto que prega o fim do que chamam de 'Estado de exceção' e a 'retomada do protagonismo da advocacia'."
Adivinha quem é o “pai” do manifesto dos criminalistas?
Lula, claro.

Colunistas tentam entender soltura de Loures


Merval Pereira, no Globo, ao fim de mais um artigo sobre contradições nas decisões de ministros do STF:
"Já a revogação da prisão preventiva do Rodrigo Rocha Loures não se compreende à luz da própria argumentação no decreto da prisão, em que Fachin asseverou ser 'imprescindível a decretação de sua prisão preventiva para garantia da ordem pública e preservação da instrução criminal'.
De lá para cá, a situação jurídica do Loures se agravou, passando de investigado a acusado, e a instrução criminal sequer começou. Assim, como se compreender a revogação da prisão cautelar? A decisão revogatória não apontou nenhum fato novo que a amparasse."
Eliane Catanhêde, no Estadão, sugere uma tese:
"Fachin e seu gabinete trabalham em sintonia com o procurador-geral Rodrigo Janot e a PGR, como no inquérito contra o presidente da República. Janot pediu, ele homologou sem pestanejar e sem ouvir o plenário. E também suspendeu o mandato parlamentar de Aécio Neves, mais uma vez, sem consulta aos colegas. De outro lado, tirou cinco processos do juiz Sérgio Moro, quatro contra Lula e um contra Guido Mantega. Para contrabalançar, quem sabe, mandou soltar Rodrigo Rocha Loures."

Os 14 políticos citados na denúncia contra Temer


O Antagonista lista os 14 políticos citados na denúncia contra Michel Temer, com base em matéria da Folha:
Eduardo Cunha, o único, entre os citados, investigado no inquérito, por suspeita de ter recebido dinheiro da JBS para ficar em silêncio, em operação supostamente avalizada por Temer;
Geddel Vieira Lima, antigo interlocutor da JBS junto ao governo Temer, antes de Loures;
Eliseu Padilha, idem;
José Yunes, ex-assessor e amigo de Temer, suposto intermediário de repasses ilícitos, conforme interpretação de diálogo entre Loures e o executivo da J&F Ricardo Saud; além disso, Temer pediu, segundo Joesley, que a J&F contratasse o escritório de advocacia de Yunes para um negócio que lhe renderia R$ 50 milhões;
Guido Mantega, ex-ministro petista que, segundo Saud, pediu que a JBS fizesse repasses não declarados a senadores do PMDB em 2014, em troca do apoio ao PT;
Renan Calheiros, suposto beneficiário dos repasses de Mantega a senadores do PMDB;
Eduardo Braga, idem;
Eunício Oliveira, idem;
Jader Barbalho, idem;
Kátia Abreu, idem;
Vital do Rêgo, hoje ministro do TCU, idem;
Paulo Skaf, presidente da Fiesp, suposto beneficiário de R$ 2 milhões em doações da JBS via caixa dois em campanha, a pedido de Temer;
Gabriel Chalita, suposto beneficiário de R$ 3 milhões em doações da JBS via caixa dois em campanha, a pedido de Temer;
Wagner Rossi, ex-ministro, suspeito de ter recebido da JBS mesada de cerca de R$ 100 mil quando deixou a pasta da Agricultura em 2011, a pedido de Temer. 
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