terça-feira, 25 de julho de 2017

Mulher é presa ao tentar entrar em presídio na Bahia com droga na vagina


Uma jovem foi presa ao tentar entrar no Presídio Regional de #Paulo Afonso, município localizado na Região Norte da #Bahia, cerca de 450 Km de Salvador, com drogas nas partes íntimas, na manhã do último sábado (22), por volta do meio-dia. A mulher, identificada como Maria Aparecida Vieira Cavalcanti, de 18 anos, residente no Bairro Tancredo Neves 03, na mesma cidade, foi detida durante revista feita por agentes penitenciários, que localizaram 116 gramas de maconha na região íntima da mesma. Após ser flagrada na revista, a jovem confirmou que a droga seria entregue ao seu marido Genilson da Conceição, preso há 10 meses no presídio por tráfico de entorpecentes.

Maria foi detida e conduzida à Delegacia de Polícia da cidade para que as devidas providências sejam tomadas. Na mesma semana, mais drogas foram encontradas no Presídio Regional de Paulo Afonso durante fiscalização de rotina. Além de drogas, vários utensílios de uso proibido foram apreendidos no interior das celas, como armas artesanais e celulares. No total, foram encontrados 16 aparelhos celulares, 35 papelotes de uma substância que aparentava ser cocaína, 2 facas artesanais, 1 faca tipo "peixeira", 2 baterias de celular e 1 pen drive. A operação foi realizada na última terça-feira (18) pela #Polícia Militar, juntamente com agentes penitenciários e homens da CIPE-CAATINGA. Devido aos inúmeros casos de drogas, celulares e armas encontrados, o presídio de Paulo Afonso terá em breve um equipamento de última geração para detectar esses objetos, que será de extrema importância no trabalho de fiscalização.

A solicitação foi feita pelo Diretor do presídio, Major Jorge Júnior, ao Governo do Estado da Bahia. Os scanners irão substituir as revistas feitas em detentos e visitantes, principalmente as mulheres, que não podem ter mais revista íntima com a aprovação da lei 13.271/2016. Com a instalação dos detectores, o tempo de revista vai ser reduzido de 12 para 10 segundos. O scanner permite identificar objetos ilícitos, como drogas, armas, aparelhos celulares e até chips de telefone, que possam ser colocadas nas roupas ou em qualquer parte do corpo dos visitantes. Enquanto os equipamentos não chegam, as revistas continuam, com exceção às íntimas em mulheres. “Seja sob as vestes ou no interior do corpo, qualquer objeto será identificado pelo aparelho. É impossível burlá-lo”, disse Major Jorge.
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