terça-feira, 4 de julho de 2017

Impunidade na Bahia: Um ano após crime, familiares de professora morta a facadas em Riachão do Jacuípe protestam; noivo é suspeito e está solto


Com a palavra a Polícia Civil, delegado e investigadores...


A professora Ienata Pedreira tinha 35 anos e foi achada morta dentro da casa onde morava, no dia 3 de julho do ano passado. Segundo a polícia, a vítima foi morta com 23 facadas. O crime ocorreu no Loteamento São José. Ienata era noiva e deixou um filho adolescente. A Polícia Militar chegou ao local depois que uma vizinha estranhou que a porta da casa de Ienata estava aberta e acionou os policiais. Chegando ao local, os PMs encontraram a professora caída no corredor, já sem vida. De acordo com a polícia, a residência não possuía sinais de arrombamento e havia marcas e pegadas de sangue pelo imóvel. O noivo da professora foi ouvido pela polícia. Ele morava em Dias D’ávila, região metropolitana de Salvador, e disse que não estava em Riachão do Jacuípe no momento do crime. Mesmo assim, ele foi preso suspeito de matar a noiva. A perícia constatou marcas deixadas o piso que coincidiam com o pé dele, além de conversas suspeitas dele com a vítima, em um aplicativo para celular, mas não foi suficiente para incriminá-lo, por isso, o rapaz foi solto. Até hoje o crime não foi solucionado. O filho de Ienata também não estava na residência no dia em que a mãe foi morta. A professora era natural de Feira de Santana e tinha familiares na cidade de Pé de Serra. Ainda de acordo com a polícia, Ienata atuava como professora nas redes municipal, estadual e particular de Riachão do Jacuípe. A professora estudou Letras na Universidade do Estado da Bahia (Uneb). Fonte: G1/BA
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