terça-feira, 16 de maio de 2017

Nota de Celso de Mello: prisão depois de julgamento na segunda instância



Mônica Bergamo escreveu em sua coluna que "apesar da permissão para prisão depois de julgamento na segunda instância, magistrados do STF já têm decidido no sentido de permitir que as pessoas respondam em liberdade até o julgamento de seus processos em terceira instância. Pelo menos cinco ministros tenderiam a adotar essa conduta: Marco Aurélio de Mello, Celso de Mello, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Dias Toffoli."
O decano do STF, Celso de Mello, acaba de divulgar uma nota -- algo pouco comum -- sobre o tema:
"A propósito de matéria publicada na coluna da jornalista Mônica Bergamo, na 'Folha de S. Paulo', edição de hoje, 15/05/2017, quero esclarecer que a minha posição a respeito da possibilidade de execução provisória da condenação penal, desde que confirmada por Tribunal de 2º grau, observa e respeita, integralmente, o princípio da colegialidade – não obstante entendimento diverso (porém minoritário) que externei nos três julgamentos plenários desta Corte que consagraram essa nova orientação –, de tal modo que não procede a afirmação de que eu tenderia a insurgir-me contra referida diretriz, firmada, soberanamente, nessa específica questão, pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal."
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