quinta-feira, 19 de abril de 2018

Eleições na Bahia: Aliados de ACM Neto inconformados apostam em Zé Ronaldo, com grandes chances de vitória

 envolve também Rui Costa, diz revista

Zé Ronaldo deve crescer mais do que imaginam e Rui Costa provavelmente irá se enrolar nas investigações junto com Wagner


Aliados de ACM Neto ainda não se conformam com a decisão do presidente do DEM de não disputar o governo da Bahia. Pelos cantos, o prefeito de Salvador está sendo chamado de “frouxo” e “medroso”. Informou o site O ANTAGONIISTA.

No entanto, alguns analistas políticos avaliam que os ante petistas continuam alvoroçados e pretendem alavancar a candidatura do ex-prefeito de Feira de Santana José Ronaldo. Além disso, muitos dentro do grupo avaliam que Zé Ronaldo tem até um nome mais blindado das polêmicas em que ACM NETO, se envolveu nos últimos tempos, como por exemplo, a maior aproximação com a família Vieira Lima, a farra das passagens... entre outras coisas. Zé Ronaldo também é um articulista habilidoso e os números apresentados nas pesquisas, mostram que há um número imenso de ante petistas na Bahia, inclusive colocavam o prefeito de Salvador na dianteira. Também é inegável o sofrimento dos baianos em diversos setores críticos da Bahia. O GOVERNO RUI COSTA, é feito em cima de marketing, aliás, como sempre são pautado os governos petistas, muita propaganda e pouca ação efetiva para resolver os grandes problemas. O foco do governador é andar a tira-colo com empreiteiras sejam em obras de recapeamento de estradas e rodovias, seja em construção de adutoras. Porém, a saúde é um caos, a segurança pública lamentável, a educação de dar dó e os problemas de crise hídrica são apenas tapeados como já dissemos, com adutoras pra todo canto. Se houver uma estiagem longa, o sistema volta a entrar em colapso. No Rio Itapicuru, por exemplo, em 3 mandatos de PT, única coisa que fizeram foi um fusegate, que aumenta a capacidade em 30%, quando na verdade a região demanda no mínimo, 300% de capacidade para dar conta da demanda.

Além disso, toda Bahia sabe que Rui Costa é alvo de inquéritos e investigações envolvendo casos polêmicos, junto com seu mestre JAQUES WAGNER, que provavelmente ele terá que se explicar sobre alguns deles, antes das eleições, pois novas operações e delações virão por ai. Alvo de denúncias no âmbito da Lava Jato, a campanha do governador Rui Costa (PT) em 2014 entrou no rol das investigações conduzidas pela Operação Cartão Vermelho, deflagrada pela Polícia Federal (PF), segunda (26), para apurar suspeitas de superfaturamento na obras da Arena Fonte Nova. Segundo a PF, parte da propina ao ex-governador Jaques Wagner (PT), foi paga através de doações para a campanha de Rui registradas na Justiça Eleitoral.

As investigações realizadas até agora apontam que o Grupo Petrópolis, dono da cervejaria Itaipava, fez doações declaradas de R$ 3,5 milhões, a pedido da Odebrecht, para o então candidato petista. A polícia investiga, no âmbito da operação, se mais recursos foram usados para irrigar campanhas na sucessão de 2014. Wagner nega recebimento de propina e doações ilegais na campanha. A soma integra os R$ 82 milhões que, segundo a PF, foram pagos pela Odebrecht e OAS a Wagner, por meio de superfaturamento do contrato firmado com as empresas para as obras da Fonte Nova. O Grupo Petrópolis é parceiro da Fonte Nova Participações (FNP), consórcio que administra o estádio e, além de ter exclusividade na venda de bebidas, ganhou direito a utilizar a marca Itaipava no nome da arena construída para a Copa de 2014. Rui, contudo, não é investigado pela operação. Segundo a PF, os acordos para pagamento de propina teriam sido conduzidos por Wagner. As investigações começaram em 2013 e ouviram pessoas ligadas ao ex-governador e que participaram da gestão dele, de acordo com o superintendente regional da Polícia Federal na Bahia, o delegado Daniel Justo Madruga. Entre as pessoas já interrogadas pela Cartão Vermelho, estão ex-secretários. “Estas pessoas foram ouvidas ao longo das investigações. Foi afunilando até chegar ao ex-governador”, explicou Madruga. A operação chegou à campanha de 2014 após delação do executivo Marcelo Odebrecht. Ele teria afirmado que somente doaria para a campanha de Rui em 2014 caso pendências da Fonte Nova e da Companhia de Engenharia e Recursos Hídricos da Bahia (Cerb) fossem resolvidas. Com a Cerb, havia um dívida milionária com pagamento determinado pela Justiça. O acordo, segundo a PF, envolveu o pagamento do débito e um aditivo de R$ 90 milhões sobre as obras da Fonte Nova. Em seguida, as doações foram feitas para a campanha de 2014. De acordo com a PF, as intervenções na Fonte Nova geraram superfaturamento que, em valores corrigidos, chega a R$ 450 milhões. A Odebrecht informou, por nota, que está colaborando com a Justiça no Brasil e nos países em que atua. Diz ainda que “já reconheceu seus erros, pediu desculpas públicas, assinou acordos de leniência e está comprometida a combater e não tolerar a corrupção em todas as suas formas”. Também são alvo da operação o secretário estadual da Casa Civil, Bruno Dauster, e o empresário Carlos Daltro. Os três estão indiciados pela PF. Foram apreendidos documentos, celulares, notebooks e 15 relógios de Wagner. Ontem, a bancada de oposição na Assembleia começou a articular apoio à uma CPI para apurar as irregularidades na Fonte Nova. Novo líder do grupo, o deputado Luciano Ribeiro (DEM) começou a colher assinaturas. Porém eram necessárias 21 e como sempre arregaram. Mas, em algum momento esses esclarecimentos terão que ser dados.

O ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), autorizou uma série de providências requeridas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em uma investigação que envolve o governador da Bahia, Rui Costa (PT), e o atual secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, de acordo com a revista Época. Entre as diligências autorizadas pelo ministro, a Superintendência da Polícia Federal na Bahia deverá interrogar Wagner e pessoas ligadas à Odebrecht. Os dois petistas são suspeitos de receber dinheiro ilegal da empreiteira. O caso chegou ao STJ a partir de representação de deputados estaduais opositores do PT enviada à Polícia Civil em Salvador no ano passado. Ainda segundo a revista, Wagner e o caixa eleitoral de Rui nas eleições de 2014 foram beneficiários de repasses ilegais, apontaram executivos da empreiteira. Por envolver prerrogativa de foro, a polícia baiana remeteu o documento ao Superior Tribunal de Justiça. Em fevereiro deste ano, a Polícia Federal fez buscas na casa do ex-governador Jaques Wagner em uma investigação sobre superfaturamento na Arena Fonte Nova segundo informações do G1

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Minha lista de blogs

Google+ Followers