terça-feira, 4 de julho de 2017

Tiririca tem seu nome envolvido em primeiro escândalo como deputado; caso será julgado pelo STF


O deputado federal Tiririca (PR-SP) é acusado de assédio sexual por uma ex-funcionária. O caso foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e distribuído na quarta-feira (28) ao ministro Celso de Mello. As informações são do site Metrópoles. Empregada doméstica na casa de Tiririca, Maria Lúcia Gonçalves Freitas de Lima diz que Tiririca a assediou em pelo menos duas situações, em São Paulo e Fortaleza. Na primeira ocasião, em maio do ano passado, ela viajou com Tiririca, a mulher e a filha deles para São Paulo, por conta de uma gravação do Programa do Jô. Depois de voltar da gravação, Tiririca, cheirando a bebida alcoólica, teria agarrado a empregada por trás e desabotoado a calça. A filha, mulher e dois assessores do deputado viram a cena e riram. “Por fim, pediu ajuda para a filha do casal e ela empurrou o pai, que veio ao chão”, diz a denúncia. Na mesma semana, viajou com a família para Fortaleza, onde ficaram em um sítio. Foram oito dias com festas constantes e segundo a denúncia sempre que Tiririca passava perto da declarante afirmava “vou te comer” e passava a mãe nos cabelos ou nádegas dela. Extorsão -  A empregada afirma ainda que a mulher do deputado, Naná da Silva Magalhães, a acusou de extorsão depois que soube que ela entrou na Justiça contra Tiririca. A denúncia de extorsão foi registrada na 10º Delegacia do Distrito Federal, em maio deste ano. A mulher do parlamentar afirma que em junho de 2016 a empregada tentou extorquir a família, pedindo R$ 100 mil ao ser dispensada, ou “faria algo para prejudicar o casal”. Disse ainda que a funcionária ficou com a família por quatro meses e foi demitida por beber no trabalho. A empregada afirmou ainda que tinha registros de algumas coisas que Tiririca lhe falou, mas o próprio deputado destruiu seu celular, pegando-o emprestado em uma lancha e pulando no mar com o aparelho, durante a viagem a Fortaleza. Na volta para Brasília, a empregada foi imediatamente demitida. Agora, ela pede indenização por danos morais, em um total de R$ 120 mil. A defesa de Tiririca e da mulher negou as acusações e afirma que a ex-empregada quer usar o que chamam de uma visão estereotipada de Tiririca para atacar o deputado. Já o advogado pessoal de Tirirca disse que não iria comentar o processo porque este está em sigilo.

Impunidade na Bahia: Um ano após crime, familiares de professora morta a facadas em Riachão do Jacuípe protestam; noivo é suspeito e está solto


Com a palavra a Polícia Civil, delegado e investigadores...


A professora Ienata Pedreira tinha 35 anos e foi achada morta dentro da casa onde morava, no dia 3 de julho do ano passado. Segundo a polícia, a vítima foi morta com 23 facadas. O crime ocorreu no Loteamento São José. Ienata era noiva e deixou um filho adolescente. A Polícia Militar chegou ao local depois que uma vizinha estranhou que a porta da casa de Ienata estava aberta e acionou os policiais. Chegando ao local, os PMs encontraram a professora caída no corredor, já sem vida. De acordo com a polícia, a residência não possuía sinais de arrombamento e havia marcas e pegadas de sangue pelo imóvel. O noivo da professora foi ouvido pela polícia. Ele morava em Dias D’ávila, região metropolitana de Salvador, e disse que não estava em Riachão do Jacuípe no momento do crime. Mesmo assim, ele foi preso suspeito de matar a noiva. A perícia constatou marcas deixadas o piso que coincidiam com o pé dele, além de conversas suspeitas dele com a vítima, em um aplicativo para celular, mas não foi suficiente para incriminá-lo, por isso, o rapaz foi solto. Até hoje o crime não foi solucionado. O filho de Ienata também não estava na residência no dia em que a mãe foi morta. A professora era natural de Feira de Santana e tinha familiares na cidade de Pé de Serra. Ainda de acordo com a polícia, Ienata atuava como professora nas redes municipal, estadual e particular de Riachão do Jacuípe. A professora estudou Letras na Universidade do Estado da Bahia (Uneb). Fonte: G1/BA

Chave de cadeia? Luana de Almeida, advogada e Ex-repórter da RedeTV! é presa por suspeita de ligação com facção criminosa


Chegou na tarde desta terça-feira (4) à capital paulista a jornalista e advogada Luana de Almeida Domingos, de 32 anos, presa nesta manhã no litoral paulista numa ação conjunta entre a Polícia Civil de São Paulo e a do Rio de Janeiro. Luana Don, como a repórter de TV é conhecida profissionalmente, era procurada sob a suspeita de transmitir ordens do Primeiro Comando da Capital (PCC) para presos e membros que estavam nas ruas. A facção criminosa é conhecida por atuar fora e dentro dos presídios paulistas. Ela possuía mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça por indícios de participação nos crimes de corrupção ativa e por integrar organização criminosa. Luana era procurada desde novembro de 2016, quando foi deflagrada a Operação Ethos, coordenada pelo Ministério Público (MP) de São Paulo. Assista o momento da prisão:


A ação visava prender e combater advogados que comandavam esquema de pagamento de propina a agentes públicos e membros de direitos humanos para favorecer o PCC. Luana, que também está sendo chamada por policiais de “musa do crime”, estava sem trabalhar desde a operação policial. Ela foi presa nesta manhã em Ilhabela. Segundo as investigações, a mulher atuava como “pombo-correio” da “sintonia dos gravatas”, na qual advogados eram pagos pelo PCC para repassarem os planos criminosos da facção. O grupo consegue dinheiro com o tráfico de drogas e assaltos. Ela também teria passado informações para integrantes da facção que atuam no Rio de Janeiro. Por esse motivo, a prisão dela foi feita em parceria com a Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) do Rio. O G1 não conseguiu localizar os advogados da presa para comentar o assunto. Quem acompanha a prisão é o Departamento de Capturas e Delegacias Especializadas (Decade) da polícia paulista. É para a sede do departamento, anexa ao prédio da Polícia Civil, que Luana foi levada. (G1)


Caciques na mira: Moro determina quebra de sigilo de contas dos acusados de operar propina para PMDB


Na mira do Moro


O juiz Sergio Moro decretou nesta segunda-feira (3) a quebra do sigilo bancário dos operadores Jorge e Bruno Luz. Pai e filho são acusados de atuar para parlamentares do PMDB e diretores da Petrobras no pagamento de propina em contratos de compra e operação de navios-sonda no exterior. De acordo com a coluna Radar Online, de Veja, a medida atinge dez contas bancários localizadas em paraísos fiscais. No decreto, Moro determinou também o detalhamento de todas as movimentações dos últimos cinco anos. “Jorge Antônio da Silva Luz e Bruno Gonçalves Luz teriam, em pelo menos cinco episódios, intermediado o pagamento de vantagem indevida a agentes públicos, incluindo dois diretores e dois dirigentes da Petrobras, em valores vultuosos e utilizando expedientes sofisticados de ocultação e dissimulação”, afirmou Moro. Jorge e Bruno Luz foram denunciados em 31 de março.

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