sábado, 5 de agosto de 2017

Mulher gostosa! Débora Nascimento, um presente para a humanidade


A teoria da evolução é melhor demonstrada num ensaio como este


Ela já enlouqueceu o namorado deixando à mostra apenas a sua orelha. Mas Débora Nascimento, do alto de seu 1,78 m de altura, exerce um poder de sedução que vai além da orelha, dos olhos verdes e da pele morena. PUBLICIDADE Tão antológica quanto na novela Avenida Brasil (Rede Globo, 2012), a sua Tessália também fez o país parar. E deu-lhe o segundo lugar entre as 100 mulheres mais deslumbrantes do mundo em 2012, na nossa eleição anual. “Fiquei muito feliz com o resultado, com o carinho dos fãs que votaram em mim. Não tem quem não espere pela edição das mais sexy [da VIP], no fim do ano, já virou parte do nosso calendário”, disse ela. Já em 2013, na pele de Taís, em Flor do Caribe (Rede Globo), a atriz se apresentou mais brejeira, porém seguiu provocando arrepios em mais da metade da população. No mesmo ano batemos um papo com ela no Copacabana Palace e podemos garantir, Débora Nascimento é o melhor presente que VIP pode proporcionar a você ontem, hoje e sempre. Como é uma festa ideal para você? Amigas dispostas a dançar até o chão. Eu adoro dançar. Vou para a pista e esqueço de tudo, danço como se não tivesse mais ninguém. Além disso, uma festa com pessoas interessantes, que não estejam ali só para aparecer, também é importante. Curto ainda uma festinha mais intimista, com amigos tocando violão. Em que a gente passa a noite conversando ou jogando dominó, sabe? Você citou amigas, uma companhia masculina não é imprescindível? Seu marido [o ator José Loreto] não a acompanha na dança? Acompanha! Ele dança muito bem. Em festas, a gente dança sempre, mas ele é mais caseiro. Ele me acompanha porque gosta de estar comigo. Eu danço de tudo, rock, disco, hip hop, eletrônica, só não sou muito do sertanejo. Você é uma mulher muito bonita, muito alta, que chama a atenção. Sempre lidou bem com essa questão de atrair cantadas e olhares masculinos? Eu sempre fui tímida e ainda sou. Mas, com o amadurecimento, fiquei mais solta, mais cara de pau, mais segura. Hoje, certamente, estou menos tímida do que já fui. Apesar disso, você sempre consegue se sair bem das cantadas? Hoje, elas diminuíram. Agora é diferente, porque sabem quem eu sou. E eu não saio muito sozinha para a night. De qualquer jeito, sempre foram tranquilas. Nunca me faltaram com respeito ou falaram alguma gracinha mais escrota, sabe? A abordagem está mais sutil. Ao que parece, a mulherada, que está mais atirada, deixou o homem mais tímido. Como acha que um homem deve chegar numa mulher, seduzi-la? O homem tem que se mostrar seguro de si, mas sem ser arrogante. É uma linha muito tênue, há muito homem seguro de si que quer ser machão, bater no peito. Não é por aí. E também não é porque está numa balada e estoura uma garrafa de champanhe, daquelas com brilhinhos, que uma mulher realmente interessante vai olhar para ele. É tudo uma questão de postura, de olhar e de cavalheirismo. Como você usa a sensualidade a seu favor? Não somente eu, mas toda mulher. Você tem que estar segura de si, segura do seu tamanho, do seu corpo, aí a sensualidade transparece. É no olhar, na sutileza. E saber o que realmente vai interessá-la, se é um homem que estoura champanhe com luzinhas, ou se é um cara bacana, que diga coisas legais, que aborda com cavalheirismo e educação, que trata você como uma mulher e não como uma bobalhona que se impressiona com qualquer coisa. Esse homem precisa ser romântico nos dizeres e nas atitudes? Olha, eu sou romântica. Então, para mim, homem romântico conquista. Acho lindo. E não precisa comprar um buquê de 580 rosas, não. É com um olhar, uma palavra, um carinho num momento em que você não espera. São as sutilezas que me encantam. Seu marido é romântico? É. Ele é supercarinhoso, romântico. Às vezes, ele é mais doce do que eu. Que parte do seu corpo acha mais sexy? Os meus olhos, o meu olhar, meio que de gueixa, sabe? [Risos.] Eu já conquistei muito graças a ele. O meu marido, sei que foi pelo olhar. Não foi porque eu era a Tessália [sua personagem em Avenida Brasil] e andava com umas roupinhas coladas. Não é por aí. Se você é segura do que quer, pode estar vestindo uma burca que vai ser sensual. Tem alguma parte que não goste do corpo? Se eu tiver, não dou atenção a ela. Na questão da sedução, se você é criativa e sabe usar o corpo, porque se conhece bem e tem confiança, até a ponta do seu nariz fica sensual, até a orelha fica sensual. Me lembro que uma época eu usava um brinco e puxava o cabelo, deixando a minha orelha à mostra, e o José ficava hipnotizado. Ele não conseguia parar de olhar para a minha orelha, para o meu pescoço. Então você já fez esse teste? Já, tudo! Não precisa estar com um decote vertiginoso, não precisa ficar rebolando o “Quadradinho de 8”. Não mostrar aguça mais do que mostrar. Homens dizem que não entendem as mulheres. Como lidar com elas? Complicado isso! Bom, eu tenho momentos de total leveza e tenho momentos… enfim, tenho TPM, variações hormonais. Mulher é muito medida por hormônio, muito regida pelo sentimento. É ter paciência, tratar com carinho e ouvir. Por mais que seja um surto feminino, é preciso ouvir e não ignorar, porque isso deixa a mulher mais irritada. Você é do tipo que gosta de discutir a relação? Discutir, não, gosto de conversar. Se existe alguma coisa que me incomoda, gosto de resolver logo. Conversar deixa o relacionamento saudável. Não é aquela máxima “os opostos se atraem” e, sim, “os dispostos ficam juntos”. Pesquisa feita pela VIP mostrou que boa parte das brasileiras que têm até 29 anos, se fosse traída, conversaria com o parceiro a respeito, mas não perdoaria. Você concorda? Concordo. Eu não perdoaria. Traição é um vidro difícil de colar novamente. Por mais que você cole, fica uma rachadura. Ainda não alcancei esse grau de evolução, de maturidade, para poder perdoar uma traição. Mas nunca diria nunca. A pesquisa mostra também que a mulher fica menos radical em relação a isso com o passar do tempo. Entre as mulheres na faixa dos 40 anos, 41% talvez perdoassem uma traição, contra 32% das mulheres com menos de 30 anos. A mulher vai se tornando mais madura, vai se tornando mais confiante. A idade deve trazer serenidade, até para procurar entender e diferenciar o sexo da relação amorosa. Hoje, eu não consigo. Para mim, sexo e relação amorosa se somam. Não falo nem daquelas mulheres que se sujeitam porque dependem do marido. Vamos acordar, mulheres! Ficar tomando chifre atrás de chifre só porque ele é o provedor da casa, não, não! Ainda na pesquisa, a maioria das mulheres (57%) atribui notas de 0 a 7 para sua satisfação na vida sexual. Acha que os homens estão deixando a desejar nesse quesito? Pelo resultado da pesquisa, penso que sim. Mas também acho que há um pouco de culpa feminina. Você não pode só colocar a culpa no outro, não pode pôr o sexo nas costas do outro. Tipo aquela mulher que espera: “Ah, me faça feliz, me faça gozar!”. A mulher tem que se conhecer, a mulher tem que saber se fazer feliz. Não estou falando de sentir prazer sozinha apenas, mas também sentir prazer sozinha. É saber ter a relação com o outro e saber apimentar o relacionamento. Com joguinhos, fetiches? É, também com conversas, jogar a real e pedir o que espera dele. E se fazer feliz. Você gosta de planejar, de criar ambientes, de usar fantasias, brinquedinhos? Não sou muito de planejar, sou mais de “ai, quero” e faço! Pode ser às 2h da tarde, num lugar que não conheço, mas vamos! Vai ser ali. Sou do desejo. Deu vontade? Vamos agora! Mas também gosto desse carinho de preparar, de deixar a casa cheirosa, de esperar pelo outro, essa coisa romântica. Eu sempre procuro deixar a coisa divertida, leve, espontânea e saudável. Sexo é tão saudável, é tão bom. Voltando à pesquisa, 91% das 1.500 mulheres entrevistadas disseram estar satisfeitas com o tamanho do pênis do parceiro. Afinal, tamanho não é de fato documento? Uau! 91%? O brasileiro está bem! O tamanho só importa muito se o homem não souber usar o “instrumento”. Se ele sabe fazer a mulher feliz, se ele leva a mulher à loucura, ao êxtase, o tamanho pouco importa. Não adianta ter um homem que tenha um membro gigante e que só machuca a mulher. A sociedade machista é que faz essa cobrança. O homem é guiado pelo pênis, o falo, então, se ele é menor, por causa dessa cobrança externa, a relação se fragiliza. Você tem que fazer a mulher feliz. Se você tem o mindinho, vamos trabalhar com ele, aprender a trabalhar com ele. Ser feliz dentro e fora da cama? Exatamente. Senão, não adianta ter um carro bonito, champanhe que brilha na balada. Vamos trabalhar e deixar a mulherada feliz, mesmo se você não tiver um pênis de 30 cm [risos]. Débora Nascimento












Créditos

Coordenação de produção: Marcia Kimie / Produção de Moda: Clessi Cardoso
Produção executiva: Daniela Bentes (Catorze produções)

Beleza: Ale de Souza (in/noite), André Veloso (Capa Mgt) com produtos Nars e L’Oreal Professionnel Beleza (out/dia) e Pedro Moreira (in/noite)
Assistentes de fotografia: Denny Sachtleben e Raphael Figueiredo / Assistente de moda: Fábio Van Bogea
Tratamento: Image Touch / Agradecimentos especiais ao Copacabana Palace
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