sábado, 3 de junho de 2017

MPF pede a Sérgio Moro condenação de Lula e pagamento de R$ 87 milhões em multa


O Ministério Público Federal (MPF) pediu nesta sexta-feira (2), nas alegações finais do processo que investiga o ex-presidente Lula por supostamente ter recebido propina no caso do tríplex do Guarujá, que ele e outros seis réus sejam condenados pelos crimes de corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro. O MPF ainda requereu que o petista seja condenado a pagar R$ 87 milhões em multa. Para o órgão, as penas devem ser cumpridas em regime fechado. O órgão sustenta que o apartamento seria entregue a Lula, como contrapartida por contratos que a OAS fechou com a Petrobras, nos anos em que o político foi presidente da República. Na denúncia, está também o pagamento que a OAS fez à transportadora Granero, para que a empresa fizesse a guarda de parte do acervo que o ex-presidente recebeu ao deixar o cargo. Um dos réus no processo é o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, e outros executivos da construtora. O MPF pediu também que as penas Léo Pinheiro, Agenor Franklin Medeiros e Paulo Gordilho, apesar de serem cumpridas inicialmente em regime fechado, devem ser reduzidas pela metade porque eles confessaram os crimes em depoimentos e prestaram esclarecimentos sobre a participação dos criminosos. No pedido, o MPF também quer que Moro determine a apreensão de R$ 87.624.971,26. O valor é correspondente ao montante de propinas que foram pagas nos contratos que a OAS firmou junto à Petrobras a agentes públicos. Desse montante, Lula teria recebido um total de pouco mais de R$ 3 milhões. As defesas têm até 20 de junho para contestar os argumentos do MPF, dentro do processo. Esta é a última fase da ação penal. Após todas as partes apresentarem as alegações finais, o processo volta ao juiz Sérgio Moro, que vai definir se condena ou absolve os réus.


O "absurdo" de Rui Falcão sobre pedido de prisão de Lula


De Rui Falcão, ainda presidente do PT, sobre o pedido do MPF de prisão de Lula, ainda solto:
"É um absurdo continuar investindo contra alguém que não cometeu crime, não tem apartamento nenhum. Não tem prova para condená-lo e já estão prevendo forma de cumprimento de pena. Isso faz parte da campanha para tentar interditar a possibilidade de Lula ser candidato."
A Lava Jato, como noticiamos, reuniu "centenas de provas" na íntegra do pedido de prisão, que pode ser lida clicando aqui.
Como já comentamos, no entanto, petista não lê (e, quando tem de ler, não entende ou finge que não entendeu).
Que dirá 334 páginas em 12 horas.

 BANCO SUÍÇO ENTREGA LULA e DILMA e Denuncia Contas com Meio Bilhão de Reais Usadas pelos Petistas

Advogado de Rocha Loures inverte Lula


Lula, ao ser interrogado por Sérgio Moro no caso do tríplex, acusou a Lava Jato de se submeter à imprensa:
"Quando um juiz e os acusadores se submetem à imprensa para poder prender as pessoas, aí tudo mais é possível, doutor."
Cezar Bitencourt, advogado do homem da mala Rocha Loures, acusou a imprensa de se submeter à Lava Jato:
"Desde o momento em que o deputado Osmar Serraglio não aceitou o Ministério da Cultura [na verdade, Transparência] e optou por reassumir sua cadeira de deputado na Câmara, a grande mídia tem insistido que a qualquer momento o recorrido Rodrigo Rocha pode ser preso. E, invariavelmente, acrescentam que se ele não for preso provavelmente não irá delatar. Ou seja, a própria mídia já encorpou a filosofia adotada na Lava Jato de prender, para humilhar, fragilizar e apavorar os investigados para optarem pela delação".
A ladainha consta nos documentos apresentados ao STF na sexta-feira para rebater o novo pedido de prisão feito por Rodrigo Janot.
Loures, no entanto, foi preso neste sábado.
Lula, quando será?





Palocci pega Lula, Mantega pega Dilma
 

Guido Mantega “já mandou sua oferta inicial aos procuradores”, de acordo com a Época.
A delação de Guido Mantega, de acordo com a Época, “depende do andamento da delação de Antonio Palocci. Ambas se completam. Palocci pega Lula; Mantega pega Dilma. Os dois foram, em tempos diferentes, os principais operadores das grandes propinas do PT, seja no petrolão, seja no setor financeiro, seja nos bancos públicos.
A delação de Palocci está em estágio avançado; a de Mantega, em pré-negociação. "Pode demorar”.


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