domingo, 2 de abril de 2017

TSE: Chapa Dilma-Temer e a origem do dinheiro sujo


Os R$ 112 milhões repassados irregularmente para a campanha da reeleição são divididos do seguinte modo: R$ 45 milhões foram para o caixa 2. Nesta conta, estão R$ 20 milhões pagos por fora ao marqueteiro de Dilma, João Santana; mais R$ 25 milhões para comprar o apoio de quatro partidos. R$ 17 milhões via “caixa 3” ou “barriga de aluguel”. Trata-se do dinheiro repassado pela Odebrecht, via Grupo Petrópolis. R$ 50 milhões de propinas, como recompensa da Odebrecht pela edição da medida provisória 470, que criou o Refis da Crise. O dinheiro deveria ser usado em 2010, mas ficou como “crédito” para 2014. As informações são da Folha.


Chapa Dilma-Temer recebeu R$ 112 milhões em dinheiro sujo


A campanha para a reeleição, em 2014, recebeu pelo menos R$ 112 milhões em dinheiro sujo, segundo o parecer do vice-procurador geral eleitoral, Nicolao Dino.
O documento é um dos que embasarão o julgamento da cassação da chapa pelo TSE, cujo início está marcado para esta semana.
As informações são da Folha.
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