segunda-feira, 24 de abril de 2017

Contra reformas desumanas do Temer: Greve do dia 28 deve afetar escolas e transporte; veja quem para

Ponto de ônibus lotado na Avenida Jabaquara, em São Paulo, durante paralisação de motoristas e cobradores de ônibus. A categoria aderiu ao Dia Nacional de Mobilização contra a reforma da previdência e reforma trabalhista - 15/03/2017 (Danilo Fernandes/Brazil Photo Press/Folhapress)

A paralisação é um protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência propostas pelo governo


A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e outras entidades sindicais estão convocando uma greve geral para o dia 28 em conjunto com movimentos. A paralisação é um protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência do governo Michel Temer (PMDB). As centrais estão organizando um ato que começará às 17h no Largo da Batata, na Zona Oeste de São Paulo, seguido de uma caminhada até a casa do presidente Temer. A CUT informa que não tem a expectativa de superar o público da manifestação da última greve geral, em 15 de março, mas paralisar as atividades do país durante o dia.

No dia 1º de maio, quando é celebrado o Dia do Trabalho, a CUT planeja um ato político na Avenida Paulista. Até agora, sete sindicatos se posicionaram sobre o assunto e confirmaram a participação na paralisação do dia 28; veja abaixo:
Sindicato dos Metroviários de SP
Os metroviários confirmaram a participação na greve. A paralisação será durante o dia inteiro. Os sindicalistas estão fazendo divulgação do ato nas estações de metrô e dentro dos vagões.
Sindicato dos Rodoviários
O Sindicato dos Rodoviários do ABC confirmou paralisação durante todo o dia 28 de abril. A greve vai atingir as empresas de ônibus de todas as cidades do Grande ABC.
Sindicato dos Bancários de SP e região
Os trabalhadores do sindicato também vão  parar durante todo o dia de greve.
Sindicato dos Correios
O sindicato vai antecipar a greve para o dia 26 de abril, às 22h, e promete manter a paralisação por tempo indeterminado. As reivindicações da categoria incluem críticas à gestão da empresa, como proibição de férias até maio de 2018, defasagem salarial e congelamento de contratações de funcionários desde 2011.
Sindicato dos Servidores Municipais de SP
O sindicato confirmou participação na greve geral do dia 28, mas ainda não determinou se a paralisação durará o dia inteiro.
Sindicato dos Professores Municipais (SINPEEM) e Estaduais (APEOESP):
As duas categorias vão parar durante todo o dia 28 de abril. O protesto será contra as reformas do presidente Michel Temer e a reposição salarial.
Sindicatos de professores particulares de vários estados também analisam parar suas atividades.
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