sábado, 12 de novembro de 2016

Na denúncia apresentada pela PGR: PIMENTEL ACERTOU PROPINA COM MARCELO ODEBRECHT

 ACERTOU PROPINA COM MARCELO ODEBRECHT
Na denúncia apresentada pela PGR: PIMENTEL ACERTOU PROPINA COM MARCELO ODEBRECHT

Financiamentos do BNDES para a Odebrecht



Na denúncia apresentada hoje, a PGR diz que há provas de que Fernando Pimentel se reuniu com Marcelo Odebrecht antes da aprovação dos financiamentos do BNDES para a Odebrecht. Feito o acerto, coube a Bené operacionalizar o pagamento de propinas com o diretor da Odebrecht João Carlos Mariz Nogueira. "Quero fazer um encontro entre o Chefe e o meu”, diz Nogueira numa mensagem a Bené em 30 de setembro. Dez dias depois, Pimentel e MO se reuniram na casa de Nogueira, em Brasília, segundo registros do celular do empreiteiro e emails da Odebrecht. Na sequência, houve a liberação de R$ 1,5 bilhão para o projeto de soterramento da Linha Ferroviária de Sarmiento, em Buenos Aires, na Argentina. "Deu certo, né!!! Nosso amigo acabou de me falar!!!”, escreveu Bené a Nogueira. "Você não pede, camarada! Vc manda! Falei que a nossa turma é comprometida!". O modus operandi se repetiu na liberação de R$ 180 milhões para a execução do corredor interurbano de transporte público da cidade de Maputo, em Moçambique.

Governador de MG, Fernando Pimentel, é denunciado pela 2ª vez o na Operação Acrônimo GloboNews – J

  


Exclusivo: Cármen pautará recurso contra Pimentel


O Antagonista soube que Cármen Lúcia vai pautar, na primeira quinzena de dezembro, o recurso que pode afastar Fernando Pimentel do governo de Minas Gerais.
A ação reverteria a decisão do STJ que condicionou a abertura de processo contra o governador mineiro - e seu afastamento automático - à autorização prévia da Assembleia de Minas Gerais.
É a última esperança.

Governador Pimentel mudou seus hábitos ou está agindo como nos velhos tempos do governo Dilma?


Pimentel denunciado mais uma vez


Fernando Pimentel foi denunciado pela segunda vez na Acrônimo.
Ele e Marcelo Odebrecht, segundo o Correio Braziliense, “foram considerados os autores de um esquema envolvendo financiamentos do BNDES” e acusados de corrupção.
E mais:
“Bené, delator da Acrônimo, foi denunciado por corrupção passiva. Também foram denunciados um primo de Bené, Pedro Augusto Medeiros, e o secretário-geral da Governadoria de Minas, Eduardo Lucas Silva Serrano, todos por corrupção passiva. A PGR acusou João Carlos Mariz Nogueira de corrupção ativa”.
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