Espanta Gado - Queimadas

domingo, 19 de maio de 2019

Violência: Seis pessoas são mortas em chacina na Bahia



Seis pessoas, incluindo dois adolescentes, morreram baleadas em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador, na noite de sábado (18). Segundo a delegada Quitéria Maria Neta, que registou o crime, quatro homens a bordo de um carro atiraram em Pablo Ferreira dos Santos, 15 anos, na Travessa Santo Antônio, por volta das 19h. Após balear o adolescente, o grupo seguiu com o veículo para a Rua Boca da Mata. Ainda de acordo com a delegada, ao chegar no local, os homens dispararam contra tia e sobrinhos, Raimunda dos Santos, 35 anos, Raiane Santos, 12, e Guilherme da Silva, 19, que estavam na porta de casa. Na ação, Arthur Moreira, 23, e Rogério da Silva, 36 anos, que estavam no local, também foram baleados. A delegada ainda informou que o Samu foi até o bairro e encaminhou as vítimas para o Hospital Menandro de Faria, na mesma cidade, mas elas não resistiram aos ferimentos. Segundo a Polícia Militar (PM), agente policias fizeram rondas pela região, mas ninguém foi localizado. Até a manhã deste domingo (19), ninguém havia sido preso. Não há informações sobre motivação e autoria do crime. O caso é investigado pela 34ª Delegacia de Portão. G1/BA

MORRO PROMETE DESCER NO DIA DA MICARETA FASCISTA

Depois das manifestações pela educação do dia 15 de maio, Bolsonaro pediu, em resposta, para seus apoiadores ira para as ruas no dia 26 de maio; mas o efeito contrário já despontou no horizonte:  movimentos sociais e coletivos do Rio de Janeiro se organizam para saírem às ruas neste mesmo dia 26 de maio; mais de 40 associações já confirmaram protestos neste dia e o comentário de bastidor é de que "o morro vai descer"



Depois das manifestações pela educação do dia 15 de maio, Bolsonaro pediu, em resposta, para seus apoiadores ira para as ruas no dia 26 de maio. Mas o efeito contrário já despontou no horizonte: movimentos sociais e coletivos do Rio de Janeiro se organizam para saírem às ruas neste mesmo dia 26 de maio. Mais de 40 associações já confirmaram protestos neste dia e o comentário de bastidor é de que "o morro vai descer". O banner de mobilização que circula nos grupos de WhatsApp menciona favela e asfalto, articulando também a chamada "esquerda classe média" do Rio de Janeiro:



A lista de movimentos e coletivos só na cidade do Rio de Janeiro é grande: 
Organização do dia 26/05
Associação de moradores do Vidigal
Politilaje
Favela no Feminino
Coletivo Jararaca RJ
Instituto Todos na Luta
Movimento popular de favelas
Movimento Moleque
B’nai B’rith
Redes da Maré
Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro
Coletivo Juntos pela Paz
Nós do Morro
Bando Cultural Favelados da Rocinha
Associação de Moradores da Rocinha
Mães e Familiares Vítimas de Violência do Estado
Rede de Comunidades
Movimentos Contra a Violência
Rede de Mães e Familiares da Baixada
Levante Popular da Juventude
Favelação
Funperj
MTST
Fórum de Educação de Jovens e Adultos
Comissão Popular da Verdade
Movimento Negro Unificado
Favela não se cala
Frente Brasil Popular
Radio Estilo Livre Vidigal
Frente de Juristas Negras e Negros do Estado do Rio de Janeiro
Frente Democrática da Advocacia
UNEGRO - União de negras e negros por igualdade
Movimento Nosso Jardim
Coletivo União Comunitária
Ser Consciente
Frente Favela Brasil
Militantes em Cena
Frente Povo Sem Medo 
Quilombo Raça e Classe
Torcedores pela Democracia
Comitê Volta Dilma
FAFERJ
FAM-RIO

AMADORISMO NO MEC ANIQUILA METAS PREVISTAS PARA A EDUCAÇÃO

A incapacidade de gestão no governo Bolsonaro chega a assustar; na educação, a crise inicial com a inércia de Velez Rodrigues foi trocada pela truculência incendiária de Abraham Weintraub e o corte de verbas de R$ 7,4 bilhões provocou a maior manifestação contra Bolsonaro até aqui; o setor, além de paralisado, está em um nível inédito de tensão, assim como o próprio governo


A incapacidade de gestão no governo Bolsonaro chega a assustar. Na educação, a crise inicial com a inércia de Velez Rodrigues foi trocada pela truculência incendiária de Abraham Weintraub e o corte de verbas de R$ 7,4 bilhões provocou a maior manifestação contra Bolsonaro até aqui. O setor, além de paralisado, está em um nível inédito de tensão, assim como o próprio governo. 
A reportagem do jornal O Globoespecifica os problemas do ministério: "o financiamento do ensino básico, que precisa ser negociado com o Congresso ainda neste ano e afeta cerca de 40 milhões de alunos em todo o país; a formação de professores, inadequada em todos os níveis; a distorção idade/série, em especial no ensino médio (no qual 28,2% dos alunos não estão na série em que deveriam); o acesso ao ensino superior, que precisa chegar a 50% da população adulta até 2024; os cortes de bolsas de pós-graduação, que ameaçam a produção científica; e a alfabetização — mais da metade dos alunos chega ao terceiro ano do ensino fundamental com níveis insuficientes em leitura e matemática."
A matéria ainda acrescenta: "após não dar destaque ao tema Educação durante a campanha eleitoral, Jair Bolsonaro assumiu a Presidência sem um plano de governo para lidar com a série de desafios que herdou em uma das áreas prioritárias para o desenvolvimento do país. De janeiro a maio, o MEC já teve dois titulares (Ricardo Vélez Rodríguez e, desde abril, Abraham Weintraub) e dezenas de trocas em cargos-chave de secretarias e autarquias — como o Inep, responsável pelo Enem. Foi apresentado um decreto de impacto para a área, sobre a nova Política Nacional de Alfabetização, sem detalhamento nem orçamento."
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